... a caminho de Montpellier
Neste caso, nem que seja de pernas para o ar.
Um dos atributos colegias (especialmente o 1º grupo de ginástica) é uma certa dose de "showing off" em locais públicos, que o diga o Lemos Pires(?) aquando da passagem na fronteira Espanha-França.

Pena não ter havido meninas para aplaudir tamanha proeza em local tão ermo. Decerto que algum pessoal do serviço de fronteiras Espanhol ficou deveras impressionado.
O 345 - LEMOS PIRES DIZ DE SUA JUSTICA:
De facto! as coisas que fazia(mos). Era uma mania que mantive até acabar a Academia ... em cada país que entrava fazia um pino! show off sem dúvida... mas ... é uma boa memória ... como tantas vezes nas praias os fliks e mortais, exercícios a dois, exibicionismos sim, mas assumidos e tenho imensas saudades. Quem me dera ainda poder fazer algumas dessas coisas.
Com o passar do tempo vamos fazendo as nossas "retrospectivas".
Sem dúvida que sempre fui (e ainda sou em certa medida) exibicionista, na ginástica, na música, ou em outras "prestações públicas" mas, penso que não o fazia por arrogância ou por desplante. Era (e hoje, quando toco a minha viola ou flauta continua a ser) puro prazer! Querer fazer o que gostava de fazer, partilhar esses prazer e ganhar algum reconhecimento sim! mas meninas? essa a experiência demonstrou que era contraproducente - sem dúvida que as exibições apenas afastavam as ditas (na ginástica) mas tinham a sua eficácia - na música!
Hoje, já não faço pinos, ou melhor, faço umas tentativas dos ditos... mas com a minha mulher, as filhas e amigos continuo nas guitarradas e por vezes ainda me junto com o Belfo e o Chico Duarte e tocamos no conjunto que tivémos desde o Colégio até ao final da Academia! Com público ou sem ele ... continua a ser um prazer e nessa época, os saraus, as demonstrações, as guitarradas, os pinos, as exibições de praia, são das boas memórias que guardo.
Um abraço
Lemos Pires 345/75


